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Pacheco sobe o tom com ministros do Supremo, após ataques

Pacheco também deixou claro que a aprovação da PEC não é uma retaliação e a intenção nunca foi gerar um problema institucional
Rodrigo Pacheco
Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

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O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), rebateu as falas dos ministros do Supremo sobre a aprovação da PEC que que restringe decisões monocráticas do STF. “Eu não admito que se queira politizar e gerar um problema institucional em torno de um tema que foi debatido com a maior clareza possível, que não constitui nenhum tipo de enfrentamento, nenhum tipo de retaliação”, afirmou Pacheco, em reações às críticas de ministros do STF sobre a PEC.

Pacheco foi veemente em sua defesa e ressaltou os ataques sofridos por parte dos Ministros do Supremo. “Eu não me permito fazer um debate político tampouco receber agressões que gratuitamente eu recebi por membros do Supremo Tribunal Federal em razão de um papel constitucional que eu cumpri de buscar aprimorar a Justiça de nosso país através dessa emenda à Constituição”, ressaltou o presidente do Senado.

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Pacheco também deixou claro que a aprovação da PEC não é uma retaliação e a intenção nunca foi gerar um problema institucional. “Nós não podemos admitir que a individualidade de um ministro do Supremo Tribunal Federal declare inconstitucional lei sem a colegialidade do Supremo Tribunal Federal. Portanto, eu não admito que se queira gerar um problema institucional em torno de um tema que foi debatido com a maior clareza possível que não constitui nenhum tipo de enfrentamento, nenhum tipo de retaliação e nós jamais nos permitiríamos”, disse Pacheco.

Sobre a relação com o Supremo, o presidente do Senado Rodrigo Pacheco relembrou sua atuação no 08 de Janeiro e ressaltou que as instituições não são imutáveis. “Repeli em todos os momentos arguições antidemocráticas, inclusive a que consubstanciou o 8 de janeiro com os ataques que nós sofremos, estivemos unidos nesse propósito, mas isso não significa que as instituições sejam imutáveis, ou sejam intocáveis em razão das atribuições”, complementou o presidente do Senado.

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