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Após manifesto, presidente da Fiesp faz alerta sobre liberalismo

Federação das Indústrias do Estado de São Paulo subscreveu carta em defesa do Estado de Direito e da Democracia

Um conjunto de entidades da sociedade civil, de organizações do terceiro setor, universidades e sindicatos, subscreveu nesta sexta-feira (5) nos principais jornais do país um manifesto “em defesa da democracia e da justiça”.

A carta é o segundo manifesto em pouca semanas que congrega diferentes grupos e indivíduos em um movimento de reafirmação ao apoio à democracia brasileira e ao Judiciário.

No texto, as instituições ressaltam que “a estabilidade democrática, o respeito ao Estado de Direito e o desenvolvimento são condições indispensáveis para o Brasil superar os seus principais desafios” e que “esse é o sentido maior do 7 de setembro deste ano”.

Sem mencionar nomes, a declaração vem após o presidente Jair Bolsonaro convocar apoiadores a se manifestarem no dia 7 do bicentenário em novo ato favorável ao seu governo.

O manifesto também “destaca o papel do Judiciário brasileiro, em especial do Supremo Tribunal Federal, guardião último da Constituição, e do Tribunal Superior Eleitoral, que tem conduzido com plena segurança, eficiência e integridade nossas eleições respeitadas internacionalmente”.

Na avaliação da carta, o Judiciário “e todos os magistrados” também têm atuado “como poder pacificador de desacordos e instância de proteção dos direitos fundamentais” e que o Brasil “se fortalece com união, reformando o que exige reparos, não destruindo”.

Dentre os signatários, estão desde organizações historicamente associadas à esquerda, como a CUT, a UGT e a Força Sindical, a organizações como a Febraban, Fiesp, Fecomercio, Fundação Fernando Henrique Cardoso e Centro de Liderança Pública. Dentre as universidades signatárias da carta, estão a USP e a PUC-SP.

Liberalismo

Em entrevista ao jornal “Folha de S. Paulo”, o presidente da Fiesp, Josué Alencar, explicou a adesão da entidade ao manifesto.

“É natural que a Fiesp assine um manifesto em defesa da democracia, já que não existe liberalismo, economia de mercado ou propriedade privada, valores tão caros à entidade e ao setor industrial, sem que exista segurança jurídica, cujo pilar essencial é a democracia e o Estado de Direito”, disse. [1]

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