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Em resposta ao ataque russo, OTAN anuncia reforço na defesa do bloco militar

Em pronunciamento, secretário-geral Jens Stoltenberg condenou a Rússia e incluiu a Bielorrúsia nas críticas como uma nação que possibilitou a invasão da Ucrânia
Jens Stoltenberg, secretário-geral da OTAN (Foto: Divulgação/Otan)
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O secretário-geral da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), Jens Stoltenberg, afirmou no início da tarde desta sexta-feira (25) que o mundo “responsabilizará a Rússia e a Bielorússia por suas ações”. O bloco é considerado a maior aliança militar do mundo e inclui países como Estados Unidos e Inglaterra.

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“A Rússia é o agressor. A Bielorússia, a possibilitadora [da agressão]. O presidente Putin decidiu ir adiante com sua agressão contra a Ucrânia, o que foi um terrível erro estratégico pelo qual a Rússia pagará um preço altíssimo pelos próximos anos”, disse.

Na avaliação de Stoltenberg, a OTAN, a União Europeia e outros países ao redor do mundo “devem estar prontos para fazer mais” do que sanções, ainda que isso signifique que “paguemos um preço”.

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“Ao mesmo tempo, o povo russo deve saber que a guerra do Kremlin contra a Ucrânia não tornará a Rússia mais segura. Não tornará a Rússia um país mais respeitado pelo mundo. Não levará para um futuro melhor. Como resposta à escalada militar da Rússia contra a Ucrânia, ontem aliados da Otan ativaram nossos planos de defesa e, como resultado, estamos movimentando parte da força de resposta da Otan tanto por terra, como pelo mar e pelo ar, para responder de maneira forte a qualquer contingência”, disse o chefe da OTAN.

Em contraposição ao ataque russo à Ucrânia, lido como uma reação ao movimento de aproximação do país com o bloco militar que conta com a participação dos Estados Unidos, Stoltenberg também disse que “nossa resposta coletiva deve ser de mais apoio a países como a Geórgia, a Moldávia e a Bósnia Herzegovina”.

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“Devemos ajudá-los a ter sucesso em sua reforma democrática e por perseguir o caminho que eles escolheram democraticamente. Mais do que nunca, essa crise demonstra a importância da América do Norte e a Europa estarem juntas na sua resposta. Não há segurança na Europa sem um vínculo transatlântico forte”, afirmou.

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