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Presidente da Petrobras diz que não cederá a pressões para intervir em preços

O executivo da companhia estatal admitiu que existem pressões políticas por uma interferência, mas garantiu que não vêm do presidente da República
Joaquim Silva e Luna (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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O presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, declarou em entrevista ao jornal O Globo publicada neste domingo (3) que há pressões políticas por uma interferência nos preços dos combustíveis. Ele garantiu, porém, que não cederá a essas pressões. [1]

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Silva e Luna afirmou que controlar os preços poderia provocar desabastecimento do produto nos postos. “Se o preço for represado, vai haver desabastecimento de combustível”, afirmou, pontuando que uma eventual intervenção seria “uma coisa grave e séria que a gente tem que estar atento”.

O comentário do executivo da estatal reitera seu posicionamento de respeitar as regras do mercado na política de preços da companhia. Ele destacou que não é possível ao Brasil deixar de acompanhar a cotação internacional do petróleo porque a importação do produto representa cerca de 30% da gasolina e do diesel comercializados no país.

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No último dia 29, o presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL) afirmou que havia convidado os estados e a Petrobras para discutir a possibilidade de uma solução legislativa para o problema dos altos preços. Entretanto, Silva e Luna garantiu que todas as alterações de preços têm seguido critérios técnicos.

Silva e Luna também deixou claro que o presidente Jair Bolsonaro não participa dessas pressões. “Pelo presidente da República, não. Ele nunca pressionou a Petrobras. Ele busca informações, mas entende perfeitamente”, garantiu, acrescentando que pode ser criado um fundo regulador financiado pelos dividendos da Petrobras pagos à União como alternativa para suavizar os reajustes.

“Antes a empresa trabalhava seis meses por ano para pagar o juro da dívida. Passamos desse vale da morte. O governo está agindo. O presidente está preocupado e está agindo junto com os seus atores para encontrar uma solução”, o executivo concluiu.

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