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Estados Unidos considera auxiliar a restabelecer internet em Cuba

Declaração veio do próprio presidente norte-americano, Joe Biden, em entrevista coletiva concedida na Casa Branca
Foto: David Lienemann / Wikimedia
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O governo dos Estados Unidos considera a possibilidade de, por meios tecnológicos, ajudar a restabelecer a internet em Cuba.

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Como noticiado pelo Boletim da Liberdade, a ditadura comunista caribenha restringiu o acesso da população à rede após os protestos que eclodiram no último domingo (11).

A informação sobre a possibilidade de intervenção dos Estados Unidos no tema veio do próprio presidente norte-americano, Joe Biden.

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Em entrevista coletiva com a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, realizada na Casa Branca, Biden criticou o regime cubano e disse que “estamos considerando se temos capacidade tecnológica para recuperar esse acesso”. A informação foi publicada em diversos veículos, entre os quais o jornal “El País”. [1]

Dentre as perspectivas possíveis, segundo analistas ouvidos por diversas publicações, estaria tanto a disponibilidade de balões em alta atitude, internet via satélite ou até transformar a embaixada norte-americana no país em um grande hotspot.

Embora a rede em Cuba seja censurada e controlada por uma estatal, segundo a ONG “Netblocks” o acesso via VPN consegue furar os bloqueios impostos pelo governo, permitindo ao usuário a navegação livre.

É por meio da internet que o governo cubano compreende que houve a articulação de diversos protestos espalhados pelo país.

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Outros aspectos

O democrata também aproveitou sua entrevista coletiva para criticar o comunismo, classificando-o como um “sistema falido”.

Questionado sobre a possibilidade de doação de vacinas ao país, ele disse que seria possível colaborar com “quantidades significativas”. Mas impôs uma condição: garantia “que uma organização internacional administraria” os imunizantes para que chegasse aos “cidadãos comuns”. [2]

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