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Senadores convocam Facebook, Twitter e Google para a CPI

Plataformas de tecnologia deverão enviar representantes para a Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga a atuação do governo na pandemia para "esclarecer fatos" sobre combate à "desinformação e notícias falsas"
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
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A CPI da Pandemia, no Senado Federal, aprovou nesta quarta-feira (23) os requerimentos propostos pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede/AP) para convocar representantes do Facebook, Twitter e Google para deporem na comissão. [1]

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Na justificativa, o parlamentar disse que “a disseminação de desinformação e notícias falsas sobre a pandemia é um desafio extra no combate à Covid-19” e observou que, segundo ele, “estamos vendo o movimento de interrupção de exclusão de conteúdos falsos ou desinformativos pelas plataformas da empresa”.

“Sabemos que muito ainda precisa ser feito para combater essa avalanche de desinformações sobre a pandemia e garantir que as informações corretas cheguem à população”, escreveu o senador, sustentando que a convocação de representantes das empresas serve para “esclarecer os fatos” à comissão, sem maior detalhamento.

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Recentemente, uma publicação do blogueiro Allan dos Santos sobre um falso efeito colateral da vacinação contra Covid na Europa ganhou repercussão nas redes. O influenciador Felipe Neto foi um dos que se revoltaram pelo post não ter sido deletado.

Outras frentes

A CPI da Pandemia também determinou nesta quarta-feira (23) a quebra de sigilos bancários, fiscais e telemáticos de empresas ligadas ao empresário Carlos Wizard. [2]

Outra frente que a Comissão deve atuar com mais força diz respeito às suspeitas relacionadas ao contrato do governo federal com a Covaxin, vacina indiana.

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