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Por suposto machismo, petistas querem mudar o nome da Câmara dos Deputados

Gleisi Hoffmann (PT/PR) e Erica Kokay (PT/DF) sustentam que mudança do nome para "Câmara Federal" tem importância simbólica para participação das mulheres na política
Gleisi Hoffmann (Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados)

As deputadas federais Gleisi Hoffmann (PT/PR) e Erica Kokay (PT/DF) apresentaram na última segunda-feira (7) uma Proposta de Emenda Constitucional para rebatizar a Câmara dos Deputados. [1]

As parlamentares sustentam que a Constituição passe a se referir à Casa Legislativa como “Câmara Federal”, argumentando que o atual nome ainda é reflexo do que chamam de “machismo estrutural”.

Uma vez aprovada, a mudança também deveria ocorrer em “documentos oficiais, endereços eletrônicos, placas e qualquer referência ou menção oficial” à Câmara.





Na justificativa, as parlamentares complementam que há “discrepante abismo que ainda persiste nos mesmos direitos entre homens e mulheres” e que o atual nome é indiferente ao fato “de as mulheres representarem a maioria da população brasileira e do enorme esforço da Justiça Eleitoral” de promover a maior participação das mulheres na política.

“Acreditamos  que esta medida é relevante simbolicamente para o aprofundamento da experiência democrática por uma composição legítima no Legislativo Federal como diretriz afirmativa para o avanço da participação das mulheres na política”, diz o texto. [2]

A fim de agilizar a tramitação da iniciativa, as parlamentares solicitaram ainda à presidência da Câmara que a PEC fosse incorporada à PEC 125/2011, que tramita na Casa, e que quer vedar eleições próximas a feriados nacionais. [3]

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