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Com UTIs lotadas, município no RJ faz rodízio de pessoas

Prefeito Vinicius Claussen, do PSC, fez decreto que define regras com base no último dígito do CPF - se ímpar, só pode circular em dias ímpares; se par, apenas em dias pares
Vinicius Claussen (Foto: Bruno Nepuceno/Prefeitura de Teresópolis)

O município de Teresópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, instituiu na última segunda-feira (8) um rodízio de pessoas habilitadas a circular na cidade. A mesma iniciativa já havia ocorrido no auge da pandemia em 2020. [1]

O decreto 5.479/2021, assinado pelo prefeito Vinicius Claussen (PSC), visa reduzir o número de contaminações do novo coronavírus – segundo o levantamento divulgado nesta terça-feira (9) nas redes sociais da Prefeitura, não havia mais leitos livres de UTI na cidade, que possui cerca de 184 mil habitantes. [2]

O controle de circulação de pessoas adotado no município é baseado no último dígito do CPF – quando é par, pode-se frequentar estabelecimentos comerciais em dias pares; quando é ímpar, pode-se frequentar estabelecimentos comerciais em dias ímpares.





Há, contudo, exceções à regra. Serviços como cartórios, bares, restaurantes, hotéis e atividades religiosas seguem disponíveis ao acesso de pessoas sem o rodízio. Advogados e contadores, por sua vez, desde que no exercício de seus trabalhos, podem ter acesso a bancos, Correios e prédios públicos.

Outro ponto do decreto diz respeito aos “empregados, colaboradores e prestadores de serviços” que tenham mais de 60 anos e possuem comorbidades. Eles só poderão “retonar às atividades desde que seja apresentado atestado médico e declaração de vontade”.

Claussen, por sua vez, não é figura nova no meio liberal. Eleito em eleição suplementar no município com o apoio do Livres, o político deixou a entidade em 2019, quando se aproximou do então governador Wilson Witzel, cujos valores ideológicos não eram compatíveis com a associação que defende o liberalismo.

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