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Vereador compara projeto no RJ de ‘decreto do Terceiro Reich’

Declaração veio do vereador bolsonarista Douglas Gomes, apoiado pelo deputado federal Carlos Jordy (PSL/RJ), que divulgou nas redes sociais que entrou com representação no Ministério Público contra projeto do PSOL
Foto: Divulgação
Foto: Reprodução/Instagram

O vereador bolsonarista Douglas Gomes (PTC) do município de Niterói (RJ) informou na tarde desta segunda-feira (4) que representou no Ministério Público contra o projeto de lei aprovado na Câmara Municipal da cidade sobre a imposição da vacinação contra Covid-19. [1]

Como noticiado pelo Boletim da Liberdade, o texto prevê que as autoridades sanitárias municipais possam cobrar carteiras de vacinação de empregados e empregadores e, caso não estejam imunizados, a Prefeitura fica autorizada a cobrar multas ou até interditar estabelecimentos comerciais. O texto foi de autoria de vereadores do PSOL.

“O projeto tem por objetivo coagir os cidadãos a se vacinarem sob pena de perderem direitos adquiridos concedidos pelo ente municipal. […] Se levado a cabo o espírito da (futura) Lei, será por meio da coação, opressão e massacre estatal a sua execução, se tornando um absurdo típico de Estados totalitários. Ademais, será um convite ao desemprego, à pobreza, à violência e toda sas mazelas consectárias”, diz o documento divulgado pelo parlamentar que pede ao MP que seja “promovida ação a fim de sustar os efeitos da Lei”, que aguarda sanção ou veto do prefeito.





Nas redes sociais, Gomes aparece ao lado do deputado federal Carlos Jordy (PSL/RJ) e afirma, em texto, que o projeto “mais se assemelha a um decreto do Terceiro Reich”, referência ao governo alemão vigente entre 1933 e 1945 sob a liderança de Adolf Hitler. “Estamos trabalhando pela sua liberdade”, diz a arte publicada.





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