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‘Guardiões do Crivella’: MP começa a investigar possível cerceamento à imprensa por comissionados

Reportagem da TV Globo flagrou servidores comissionados da Prefeitura do Rio se planejando e atuando no cerceamento da realização de reportagens em frente a hospitais públicos
Marcelo Crivella (Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)
Marcelo Crivella (Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)
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Servidores comissionados da Prefeitura do Rio são suspeitos de estarem sendo remunerados com a única finalidade de cercear a realização de reportagens em frente a hospitais municipais. A denúncia, feita em reportagem na noite desta segunda-feira (31) pela TV Globo, já gerou repercussão na Justiça. Há suspeita de envolvimento direto do prefeito no ilícito.[1]

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O Ministério Público instaurou uma investigação para averiguar o caso. A justiça já emitiu nove mandados de busca e apreensão nesta terça-feira (1º) contra nomes envolvidos no escândalo. Uma das suspeitas é o cometimento de crime de constrangimento ilegal e peculato. [2]

O deputado estadual Chicão Bulhões (NOVO/RJ) comparou a possível prática do governo Marcelo Crivella (Republicanos) ao chamado “gabinete do ódio”, suspeita que recai sobre o governo Bolsonaro de que servidores comissionados atuariam nas redes para denegrir opositores. [3]

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Para o parlamentar, em ambos os casos, são “funcionários públicos pagos com o nosso dinheiro para atacar a imprensa e espalhar fake news.”.

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