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Ministro Augusto Heleno afasta hipótese de golpe e diz que ‘esquerda lê mal’

Um grupo de militares da reserva divulgou uma carta pública em apoio ao ministro, atacando os ministros do STF e alegando que há riscos, "na pior hipótese", de "guerra civil"
General Augusto Heleno (Foto: Reprodução / Diário do Nordeste)
General Augusto Heleno (Foto: Reprodução / Diário do Nordeste)

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, recebeu neste domingo (24) uma carta pública de apoio de militares da reserva à sua nota oficial contra a apreensão do celular do presidente Jair Bolsonaro. Em agradecimento, Heleno afirmou que o texto não é uma sugestão de golpe e que a “esquerda lê mal”.

A carta foi assinada por 90 oficiais da reserva, que explicitaram seu temor diante da situação: “Faltam a ministros, não todos, do stf (grafado em letras minúsculas), nobreza, decência, dignidade, honra, patriotismo e senso de justiça. Assim, trazem ao País insegurança e instabilidade, com grave risco de crise institucional com desfecho imprevisível, quiçá, na pior hipótese, guerra civil”. [1]

O texto dos militares da reserva também exclama “Alto lá!” para os ministros do Supremo Tribunal Federal e se refere aos integrantes da instância máxima do Judiciário brasileiro como “bando de apadrinhados que foram alçados à condição de ministros do stf (sic), a maioria sem que tivesse sequer logrado aprovação em concurso de juiz de primeira instância”. O ministro Augusto Heleno agradeceu, “emocionado”, ao gesto de apoio.





“Agradeço, emocionado, o apoio dos queridos amigos da Turma Marechal Castello Branco-AMAN-1971. A esquerda radical tem síndrome de golpe, elucubra e lê mal. Não citei nomes, nem FA e muito menos o art 142. Falei de segurança institucional, que interessa aos brasileiros de bem”, publicou em seu Twitter.





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