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Aumentam rumores de que Weintraub poderá deixar Ministério da Educação

Dentre as principais críticas que o ministro sofre, está o comportamento exagerado nas redes sociais, muitas vezes agressivo com internautas, bem como o fato de ter entrado em choque com parte do núcleo ideológico

- Publicado no dia
Abraham Weintraub (Foto: Reprodução / Youtube)

O presidente Jair Bolsonaro deve promover pelo menos três substituições no primeiro escalão ministerial com vistas à renovação do governo para o ano de 2020. A informação já circula há tempos e envolveria a troca de comando da Casa Civil, Minas e Energia e nova mudança no Ministério da Educação. [1]

A postura agressiva nas redes do ministro Abraham Weintraub, que assumiu a pasta em abril após a demissão de Ricardo Vélez, estaria incomodando o Planalto. O próprio governo poderia estar ficando desmoralizado com a conduta do economista, que é alvo de sucessivas críticas e convocações nas comissões do Congresso.


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Outra versão que circula nos bastidores de Brasília é que o ministro caiu em desgraça com parte do núcleo ideológico. No alvo da controvérsia, a perspectiva de que o MEC não renovará parceria com a TV Escola, emissora que pertence a uma associação independente, mas que vinha sendo influenciada por “olavistas”.

Na avaliação desse grupo, a TV Escola começava a, finalmente, ter um papel mais alinhado à direita – ou menos marxista – e que seria, portanto, um erro desfazer esse trabalho construído ao longo do ano. Como noticiado pelo Boletim, a emissora inclusive firmou uma parceria com a produtora gaúcha Brasil Paralelo, especializada no mercado de direita, para exibir uma série de documentários ao longo da semana. [2]


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