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Constantino defende uso eventual de munição real em repressão a protestos

Economista e presidente do conselho deliberativo do Instituto Liberal defendeu que "dependendo do grau de ataque terrorista à população" uma repressão mais dura possa existir contra manifestantes
Foto: Reprodução
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A jornalista Vera Magalhães e o economista Rodrigo Constantino, ambos comentaristas da rádio Jovem Pan, protagonizaram um debate na última terça-feira (26) sobre como o governo deveria reagir em cenário hipotético da eclosão de protestos violentos no país. O assunto surgiu após Constantino, que também é presidente do conselho deliberativo do Instituto Liberal, comentar a controversa declaração do ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre um eventual novo AI-5.

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“Acho curioso que ameaças concretas do lado da extrema esquerda, do PT e de seus representantes, não assombra, não assusta quase ninguém da imprensa. É [como se fosse] normal. Vida que segue. Sendo que tem um contexto que está acontecendo na vizinhança. Dentro desse contexto, as falas criminosas das lideranças maiores do PT não assombram tanto, não tiram o sono de ninguém”, reclamou Constantino.

Na sequência, o economista reclamou que “cai o mundo em cima do ministro” quando Guedes alerta que convocar esses tipos de protestos poderiam provocar reações.

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A jornalista Vera Magalhães, então, perguntou se Constantino ficaria surpreso se “caso viesse um AI-5” e se ele defende missões de Garantia de Lei e da Ordem com excludente de ilicitude na hipótese de “protestos violentos” com “a esquerda tocando o terror nas ruas”.

“GLO, talvez. Eu sou a favor de trocar eventualmente bala de borracha por bala de verdade dependendo do grau de ataque terrorista à população”, respondeu Constantino.

Ao fim, Vera replicou que discorda desse posicionamento. “Acho que as forças de repressão, a polícia ou mesmo o Exército, se usados em protestos, devem se ater ao que são suas atribuições: não pode ter excludente de ilicitude”, opinou.

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