fbpx
PUBLICIDADE

Instituto Liberal Paulista critica programa ‘Verde Amarelo’ do governo federal

Entidade concentrou a crítica no subsídio a empregos: segundo o ILISP, medida 'não funciona', já foi tentada pela ex-presidente Dilma e ainda tem como consequência a distorção do mercado
(Valter Campanato/Agência Brasil)
Paulo Guedes (Valter Campanato/Agência Brasil)
PUBLICIDADE

Instituto Liberal Paulista fez uma dura crítica nesta quarta-feira (13) nas redes sociais ao programa Contrato Verde Amarelo, do governo federal, que visa desonerar a folha de pagamento para alguns grupos de empregados.

PUBLICIDADE

“O ‘Programa Verde Amarelo’ lançado pelo governo é muito ruim. Governo subsidiar empregos não funciona. A Dilma tentou e o efeito foi nulo. Pior: distorce todo o mercado. Taxar seguro desemprego virará ‘imposto sobre desempregados’. Péssimo. Aumentar impostos? Não, obrigado!”, diz a mensagem publicada. [1]

O instituto complementou ainda que “o custo do subsídio seria de R$ 10 bilhões e a taxa sobre o seguro desemprego arrecadaria R$ 12 bilhões”. “Tem R$ 2 bilhões a mais que o governo quer garfar no processo”, concluiu a entidade.

PUBLICIDADE

Leia também:  Em grito de ordem, MBL pede prisão de ministro de Bolsonaro

Deputado deve propor mudança

O deputado federal Lucas Gonzalez (NOVO/MG) deve propor emendas para ampliar a abrangência do programa Contrato Verde Amarelo, lançado na última segunda-feira (11) em forma da Medida Provisória 905/2019 pelo presidente Jair Bolsonaro.

A iniciativa do Ministério da Economia visa estimular o primeiro emprego com carteira assinada de jovens de 18 a 29 anos de idade, reduzindo a tributação e a burocracia envolvida para o empregador. [1]

Ao contrário do previsto originalmente, maiores de 55 anos de idade acabaram não entrando no pacote, nem funcionários remunerados com mais de 1,5 salário mínimo.

PUBLICIDADE

Gonzalez quer incluir jovens de 16 e 17 anos no grupo de beneficiados e também permitir que jovens que estejam desempregados há alguns anos – tempo ainda a ser definido – possam voltar ao mercado de trabalho pelo projeto.

Leia também:  Em grito de ordem, MBL pede prisão de ministro de Bolsonaro

De acordo com o parlamentar, é preciso “soltar as amarras do Estado das mãos do empreendedor brasileiro”, que hoje se complica devido ao custo “muito alto e complexo” na contratação de um funcionário.

A meta do governo é gerar 4,5 milhões de empregos até 2022 com o programa. [2]

Compartilhe essa notícia:

Leu até aqui? Siga nas redes!

MARCAS APOIADORAS

O Boletim da Liberdade tem um propósito: reportar diariamente fatos sobre a liberdade no Brasil e no mundo…

mas nós precisamos da sua ajuda para continuar esse trabalho.

Se você consome e aprecia nosso conteúdo, considere fazer uma assinatura. Com a sua contribuição mensal, você ajuda a manter o site no ar (os custos são realmente altos) e ainda possibilita o nosso crescimento. Além disso, recebe benefícios exclusivos. Temos vários projetos na mesa que só serão viabilizados com maior quantidade de assinantes. Saiba mais e assine agora mesmo.

Colunas mais recentes

Assine o Boletim da Liberdade e receba todas as segundas-feiras a coluna Panorama