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Renan Santos diz que ‘cultura da ofensa’ criada por Olavo de Carvalho está gerando ‘colapso da direita’

O coordenador do MBL disse que a tensão entre o presidente da República e seu partido está ligada ao hábito de “destruir e obliterar” exemplificado pelo filósofo paulista

- Publicado no dia
Renan Santos (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)

O coordenador nacional do Movimento Brasil Livre, Renan Santos, expressou um posicionamento nesta quarta-feira (9) acerca da tensão entre o presidente Jair Bolsonaro e o PSL. Para ele, o atrito é mais um episódio grave do processo de “colapso da direita” no poder, resultante de uma “cultura da ofensa” inspirada no filósofo Olavo de Carvalho.

Na interpretação de Renan, boa parte da direita brasileira, diferentemente do resto do mundo, foi criada sob “uma cultura muito especial do Olavo de Carvalho, que é a cultura da ofensa”. Para ele, espelhando-se nos exemplos de Olavo, considerados sectários, esse amplo setor da direita se acostumou a ataques destrutivos, expondo a vida pessoal de quem discorda e destruindo pontes.

O coordenador do MBL afirmou que no partido do presidente existem muitos oportunistas que se vincularam ao bolsonarismo, mas “não são de direita”. O fenômeno do bolsonarismo, para ele, “é uma histeria em que as pessoas entraram por causa da falta de opção”, alçado ao poder “sem projeto”, o que tornou frágil sua base de sustentação. Neste momento, tanto os oportunistas quando a família Bolsonaro e a ala mais ideológica estão perseguindo independência mútua, o que seria a causa da disputa atual.

“O papel de um líder”, criticou Renan, “é tentar compor. Ele (Bolsonaro) sempre tentou destruir e obliterar. Destruir, obliterar, humilhar e xingar, que é a tática do Olavo, que é essa cultura deles, e isso está levando as coisas para um colapso completo, com relações sendo destruídas”. Confira o vídeo completo:


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