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Coordenador do MBL propõe que movimento faça autocrítica sobre ‘papel na dissolução do debate público’

Estrategista do movimento, Renan Santos, um dos cofundadores do MBL e coordenador nacional da entidade, publicou artigo no qual reflete sobre nova direita ascendente no país e tece críticas ao ambiente político

- Publicado no dia
Renan Santos, coordenador nacional do Movimento Brasil Livre (Foto: Reprodução)

Considerado o principal estrategista do Movimento Brasil Livre, o ativista Renan Santos divulgou nesta quarta-feira (3) um artigo no MBL News onde propõe uma autocrítica ao movimento.

Segundo ele, “o que chamamos de direita vem se transformando num gueto de oportunistas”, formado por pessoas que “nunca leram um livro e se comportam como fiscal ideológico, determinando quem pode ou não utilizar-se da alcunha de liberal, conservador ou o rótulo que preferir”.


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Para criticar esse novo grupo, o coordenador do MBL afirmou que os “novos palpiteiros” utilizam em suas estratégias “narrativas de WhatsApp” e “memes simplificadores”. E, na sequência, propõe uma “reflexão” sobre o papel do MBL na “dissolução do debate público em mero espetáculo fugaz que se desvanece no ar tão logo a próxima narrativa toma corpo nas redes”.

“Será [essa reflexão] um doloroso momento de reencontro com os erros do passado para compreender o presente”, afirma Renan, que avalia que para esses grupos ascendentes o Vem Pra Rua e o MBL são retrógrados ao “defender coisas como independência e republicanismo”.

Ao fim, o líder do Movimento Brasil Livre afirma que “o Brasil não vai bem” e o “ambiente político torna-se cada vez pior, motivado por uma retórica viral e virulenta”.

A reflexão vem dias após os atos do dia 30 de junho, quando militantes e carros do MBL foram alvos de protestos de manifestantes e grupos mais alinhados ao governo Bolsonaro.

Leia o artigo completo clicando aqui.

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