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Kim Kataguiri sobre comemorações do dia 31 de março: ‘Canelada’

Presidente Jair Bolsonaro, que enquanto parlamentar nunca escondeu admiração pelo regime militar, pediu celebrações das Forças Armadas na data do início da intervenção, que faz 55 anos em 2019

- Publicado no dia
Deputado federal Kim Kataguiri (Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados)

O deputado federal Kim Kataguiri (DEM/SP) criticou ao Boletim da Liberdade nesta quarta-feira (27) a iniciativa do presidente Jair Bolsonaro de pedir celebrações do dia 31 de março. A data marcou o início do regime militar, iniciado em 1964.

“Só atrapalha a reforma da Previdência. Mais uma canelada”, disse Kim, que é também coordenador nacional do Movimento Brasil Livre e um dos parlamentares que fazem uma defesa mais aguerrida da medida econômica.


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Kataguiri não é, porém, o único nome expressivo da nova direita que criticou a celebração. O cantor Lobão, que tem mais de 650 mil seguidores nas redes sociais, afirmou em vídeo que não considera que intervenção foi um golpe, mas criticou o regime e o ato de relembrá-lo com ares heroicos.

Ainda nesta quarta, foi divulgada uma nota do Ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, sobre o período. [1]

“Cinquenta e cinco anos passados, a Marinha, o Exército e a Aeronáutica reconhecem o papel desempenhado por aqueles que, ao se depararem com os desafios próprios da época, agiram conforme os anseios da Nação Brasileira”, afirma a nota.

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Contraste

O posicionamento do novo governo sobre a medida contrasta com gestões anteriores, como o da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Em 2011, para investigar crimes cometidos no período, Dilma criou a Comissão Nacional da Verdade, que foi concluída em 2014.

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