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Ricardo Vélez permanece no Ministério da Educação e demite secretário-executivo

O Ministro da Educação foi confirmado pelo presidente para continuar no cargo e exonerou seu secretário-executivo, mandando embora tanto “olavetes” como militares

- Publicado no dia
Ricardo Vélez Rodríguez (Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil)

Palco das tensões e confrontos políticos internos ao governo Bolsonaro que mais atraíram a atenção recentemente, com exonerações e reviravoltas, o Ministério da Educação por enquanto segue com o mesmo mandatário. O colombiano naturalizado brasileiro Ricardo Vélez Rodríguez anunciou nesta terça-feira (12) que continua no cargo e demitiu seu secretário-executivo. [1]

Ricardo Vélez afirmou que está em alinhamento total com a presidência da República em seu Twitter e que está focado “na real mudança da educação no país”, mantendo em vigência os planos para levar adiante a “Lava Jato da Educação”, um projeto em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública. O ex-assessor Silvio Grimaldo, um dos alunos de Olavo de Carvalho que saíram de seus cargos no MEC, gerando várias críticas do filósofo, havia afirmado que a perseguição a seus colegas era um ataque à iniciativa.


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Entretanto, não são apenas nomes constantes entre os chamados “olavetes” que estão sendo expurgados da pasta. Depois de exonerar o coronel Roquetti, considerado desafeto dos alunos de Olavo no Ministério, Vélez se reuniu com o presidente antes de anunciar sua permanência e demitiu outro alvo das críticas do filósofo paulista.

Trata-se do secretário-executivo Luiz Antônio Tozi. Segundo Vélez, ele foi exonerado para dar “sequência às mudanças necessárias”, substituindo-o por Rubens Barreto da Silva, que era Secretário Executivo Adjunto. Os fatos atestam que Vélez eliminou de seu ministério, ao mesmo tempo, representantes dos dois grupos em disputa dentro da pasta. 

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