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Sem a presidência do Senado, Renan Calheiros pode ir para a oposição

Senador não escondeu insatisfação com a revelação de voto de Flávio Bolsonaro (PSL/RJ), que poderia exercer pressão em outros senadores; Onyx Lorenzoni afirmou que estratégia foi discutida com Bolsonaro

- Publicado no dia
Foto: Sputnik

O senador Renan Calheiros (MDB/AL) deu indícios neste sábado (2) de que já pode ter um plano B de atuação no Senado após ver frustrado o projeto de voltar a assumir a presidência da Casa.

Em entrevista a jornalistas depois de retirar sua candidatura, movimento que fez após perceber tendência irreversível de parlamentares revelando seus votos na reta final, Calheiros não escondeu o incômodo com a revelação de voto de Flávio Bolsonaro (PSL/RJ).

“Não vou fazer como o Jean Willam (sic) [desistindo do mandato]. Na primeira votação, houve um equívoco e, por conta disso, eles abriram o voto do PSDB para inibir quatro possibilidades de voto que nós tínhamos. No final, o filho do presidente fez questão de abrir o voto, declarar o voto”, queixou-se. Para alguns analistas políticos, o voto do filho do presidente era visto como tendo poder de influência entre seus colegas interessados em boas relações com o executivo. [1]


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O movimento ajudou o senador Davi Alcolumbre (DEM/AP), de apenas 41 anos, a se eleger para o posto pela primeira vez. Há um dia, em conversa com Kim Kataguiri, Davi não hesitou em fazer oposição a Calheiros, referindo-se ao senador de Alagoas como “caso de polícia”. A vitória do novo presidente do Senado também é colocada na conta do Ministro-Chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.  [2]

Em entrevista ao site O Antagonista, publicada na noite deste sábado, Lorenzoni afirma que apresentou o “projeto Alcolumbre” ainda em novembro a Jair Bolsonaro como plano para derrotar Renan Calheiros.

“Nós sabíamos que ele [Renan] faria do Senado um bastião de resistência, em parceria com o PT, contra as mudanças que o País precisa”, disse o Ministro. Análise publicada pela revista Crusoé aponta que Renan “dificilmente perderá” o papel de líder da oposição.[3]

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