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Fernando Holiday sobre atentado contra sua vida: ‘Não me calarão!’

Coordenador do MBL, Fernando Holiday desabafou nas redes sociais sobre tiros disparados contra o seu gabinete após a aprovação da reforma da previdência municipal de São Paulo

- Publicado no dia

O vereador de São Paulo, Fernando Holiday (DEM), afirmou nas redes sociais no início da noite desta quarta-feira (26) que o atentado que sofreu em São Paulo não lhe calará.

“Um dia lamentável para a democracia paulistana. Mas, independente de qualquer coisa, saibam: não me calarão”, disse.


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Holiday, que também é uma das principais lideranças do Movimento Brasil Livre, divulgou o relato de repórter da TV Globo sobre o ato. Segundo o vereador, a perícia acredita que realmente tentaram lhe atingir com disparo de arma de fogo.

Tiros após aparecer na janela

No início da noite desta quarta-feira, Fernando Holiday realizou um boletim de ocorrência sobre os disparos. Em transmissão ao vivo no Facebook, Holiday afirmou que os atos de hostilidade tiveram início após aparecer na janela de seu gabinete para ver as manifestações na rua.

“Quando eu já estava prestes a me retirar da janela, ouvi um disparo, um pouco mais distante. Como se alguém tivesse jogado algo, atingido um vidro. E, logo em seguida, outra coisa atingiu um vidro – agora, perto onde eu estava. O barulho, na hora, não consegui identificar muito bem o que era. Senti apenas estilhaços de vidro se espatifando e o barulho do vidro. Nisso, várias pessoas do quinto andar começaram a gritar que era tiro e começaram a se afastar das janelas. Foi aí que a gente começou a tomar um pouco mais de cuidado”, afirmou Holiday.


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Segundo o vereador, alguns minutos depois, perceberam a perfuração na janela “muito semelhante” a decorrente de disparo de arma de fogo. Depois do Boletim da Ocorrência, a Polícia Civil começou a periciar o gabinete:

“A Polícia Científica veio para fazer a perícia e a TV Globo confirmou que os peritos acreditam que de fato se tratou de arma de fogo contra mim. Não foi um disparo, foram dois. O segundo atingiu o andar abaixo de onde eu estava. Começar a atirar, com arma de fogo, contra alguém, é inadmissível. Hoje foi um dia muito triste para a democracia de São Paulo. Tentaram me atacar. Mas nada disso, em hipótese alguma, vai me calar: nem hoje, nem amanhã, nem nunca”, disse.

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