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Rodrigo Constantino alerta sobre risco de ‘acomodação’ do movimento liberal

Em vídeo, presidente do conselho deliberativo do Instituto Liberal relembrou o que ocorreu com o movimento liberal nos anos 1990, com a ascensão de Collor e Fernando Henrique Cardoso
(Foto: Reprodução/Facebook)
(Foto: Reprodução/Facebook)

O economista e presidente do conselho deliberativo do Instituto Liberal, Rodrigo Constantino, publicou um vídeo na última segunda-feira (3) sobre os riscos de o movimento liberal se enfraquecer com a chegada de um novo governo mais liberalizante.

Constantino pediu “cautela” e lembrou que, embora vários quadros mais liberais estejam na equipe de Jair Bolsonaro, a “execução vai ser a parte mais difícil dessa agenda liberal-reformista”.

“Forças contrárias serão enormes pois as mudanças afetam grupos organizados de interesse e são tidas como impopulares, principalmente pela imprensa. Mostrar para a população a urgência dessas reformas será algo crucial para o sucesso do projeto [de liberalizar a economia]”, previu o economista, atualmente radicado nos Estados Unidos.





Rodrigo Constantino relembrou que, no passado, devido à ascensão dos governos Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso, muitos dos empresários que financiaram a causa liberal nos anos 1980 se acomodaram.

“No passado, quando Collor venceu e abriu um pouco mais nossa economia, ou o FHC com o plano real, os empresários se acomodaram. Os resultados eu nem preciso dizer quais foram. O PT tomou o poder. Não podemos cometer o mesmo erro agora. Estamos, finalmente, com liberais sérios no poder. Mas nunca foi tão importante investir nas ideias liberais. Convencer o povo de que esse é o caminho da prosperidade, progresso e riqueza”, afirmou.

No mesmo vídeo, Constantino revelou que o empresário Salim Mattar, da Localiza, futuro Secretário das Privatizações do ministro Paulo Guedes, já anunciou que não seguirá contribuindo com o IL por razões de “compliance e ética” com sua função no governo. Por fim, pediu apoio de seus seguidores para atuarem como mantenedores da organização.





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