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Bolsonaro reafirma compromisso com a liberdade de expressão após pedido do PSOL para intervenção no WhatsApp

Candidato do PSL criticou seus adversários políticos, para quem fica "claro como a água a essência" de tentar calar quem pensa diferente; Fernando Haddad propõe obscura regulação dos meios eletrônicos
Jair Bolsonaro (Foto: Paulo Lopes / Folha)

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Jair Bolsonaro (Foto: Paulo Lopes / Folha)

O candidato à presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, reafirmou na manhã desta sexta-feira (19) pelas redes sociais seu compromisso com a liberdade de imprensa e da internet. A declaração vem pouco depois de vir à tona o pedido do PSOL à Justiça para que houvesse uma intervenção no aplicativo WhatsApp. [1][2]

“O nosso compromisso sempre foi com a liberdade de imprensa e internet. Hoje está claro como água a essência de meus adversários tentando calar quem pensa diferente”, disse o militar.

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Outro ponto frisado pela declaração de Bolsonaro nas redes sociais é que “basta analisar atitudes, o plano de governo e os países que se inspiram” seus oponentes políticos.

No plano de governo de Fernando Haddad (PT), o petista afirma que defende “um novo marco regulatório da comunicação social eletrônica”, sem especificar o que seria regulado, e o “fortalecimento da comunicação pública” no país [3]

O polêmico pedido do PSOL

De acordo com matéria veiculada originalmente pelo jornal O Globo, o PSOL entrou nesta quinta-feira (18) com um pedido no Tribunal Superior Eleitoral para que o órgão restringisse o funcionamento atual do aplicativo WhatsApp.

Caso não fosse possível fazer essa restrição no número de pessoas alcançadas por uma única pessoa, teria sido solicitado até mesmo a suspensão total do aplicativo no Brasil até a realização do segundo turno, no dia 28.

No entanto, após repercussão negativa nas redes sociais, o partido teria enviado uma nova manifestação ao TSE omitindo a ideia de suspender o aplicativo. Neste segundo turno, o PSOL apoia Fernando Haddad para a presidência da República.

Leia também:  Congresso votará veto que cria crime de fake news, nesta terça

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