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Dono da Havan recebe sentença por ‘coagir funcionários a votar em Bolsonaro’

O dono da Havan declarou apoio a Bolsonaro e disse que poderia fechar lojas e demitir empregados se o país voltar a ser governado pela esquerda

- Publicado no dia
Jair Bolsonaro e Luciano Hang (Foto: Reprodução / Veja)

Luciano Hang, dono da empresa Havan, declarou apoio à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) em agosto, conforme informou este Boletim. Nesta terça-feira (2), o Ministério Público do Trabalho em Santa Catarina entendeu que ele foi um pouco além e processou a rede Havan por supostamente coagir os funcionários a votar no candidato. [1]

Tudo começou porque Hang afirmou que poderia fechar lojas e demitir empregados “se a esquerda ganhar”, em uma rede interna voltada para colaboradores. No vídeo, ele diz: “Se você não for votar, anular seu voto e votar em branco e depois do dia 7 ganha a esquerda, até eu vou jogar a toalha”.

Em novo vídeo, na segunda (1), depois de o assunto começar a circular, antes mesmo da ação ser divulgada, Hang se defendeu. Hang disse que tem uma relação muito próxima com seus colaboradores e envia vídeos regularmente para gerentes e funcionários. Para ele, seu vídeo apontava “a responsabilidade de cada um de nós para que não deixemos de exercer a nossa cidadania e jamais votar em branco, nulo, porque depois você não pode reclamar das pessoas que votaram e votaram errado”.

Hang reafirmou que, se a esquerda ganhar, teria que repensar suas estratégias, porque poderia não crescer e ter que demitir funcionários, como depois da recessão no governo Dilma Rousseff. “Se ficar muito ruim, nós vamos sim ter que demitir. É normal isso”, enfatizou.


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A decisão

O juiz Carlos Alberto Pereira de Castro determina uma multa de R$ 500 mil caso a Havan pressione seus funcionários a votar em Bolsonaro, o que, de acordo com o magistrado, efetivamente aconteceu. O juiz ainda obriga Hang a divulgar vídeos esclarecendo que os funcionários têm total liberdade para definir o próprio voto.

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