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Marcelo Trindade, do NOVO, explica doação a Molon e fala de patrulhamento

Candidato ao governo do Rio de Janeiro pelo Partido Novo havia feito doação em 2014 a candidato a deputado federal pelo PT; Trindade explicou em nota motivação daquele ato
Marcelo Trindade em momento de campanha ao governo do Rio de Janeiro (Foto: Divulgação)

Marcelo Trindade em momento de campanha ao governo do Rio de Janeiro (Foto: Divulgação)

O candidato ao governo do Rio de Janeiro pelo Partido Novo, Marcelo Trindade, pronunciou-se na tarde desta segunda-feira (17) sobre a doação dada ao então candidato Alessandro Molon, em 2014, que concorreu pelo PT.

Em nota enviada ao Boletim da Liberdade por sua assessoria de imprensa, Trindade explica que foi professor e, posteriormente, colega de Molon, por quem guarda “grande afeto pessoal”.

Em seguida, o candidato explica que outros professores da PUC-Rio, como ele, também contribuíram com a campanha e “tais doações não significam adesão às suas posições políticas”.





Ao fim, Trindade diz manifestar “esperança” para que “as candidaturas do Partido Novo possam representar um caminho de serenidade, evitando-se os extremismos e o patrulhamento ideológico tão comuns nos movimentos totalitários”.

Confira, abaixo, a nota na íntegra:

NOTA DE MARCELO AO BOLETIM DA LIBERDADE

Alessandro Molon foi meu aluno na PUC e posteriormente tornou-se professor da casa. Tenho por ele grande afeto pessoal. Eu e outros professores igualmente liberais, que aparecem na mesma lista de doações de 2014, fizemos contribuições à campanha de Molon em reconhecimento ao seu mérito de buscar a atuação política como meio de expressão legítima de suas ideias. Tais doações, evidentemente, não significam adesão às suas posições políticas. Aliás, minha opinião sobre a atuação do PT pode ser encontrada no artigo “Lula e as Instituições do Brasil” publicado em 23 de março de 2016 no Estado de São Paulo  ou no artigo “Sobre a Governança das Estatais”, publicado com Arminio Fraga, naquele mesmo jornal, em 27 de novembro de 2014.

Sou, como o Partido Novo, contra o financiamento público e a favor do financiamento privado de campanhas, como expressão de cidadania, tendo doado valores muito mais relevantes para a campanha do Partido Novo deste ano, e recebido doações de pessoas filiadas a outros partidos e até mesmo residentes em outros estados.

Por fim, manifesto a esperança de que, neste momento de intensa polarização em nossa sociedade, as candidaturas do Partido Novo possam representar um caminho de serenidade, evitando-se os extremismos e o patrulhamento ideológico tão comuns nos movimentos totalitários.





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