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Candidato ao governo do RJ, Trindade quer metas de desempenho na gestão

Plano de Governo do candidato do Partido Novo ao Governo do Estado do Rio de Janeiro foca na questão da eficiência e traz também ideias para a segurança pública, com metas desenhadas e públicas

- Publicado no dia
Marcelo Trindade é advogado e candidato a governador do Rio de Janeiro (Foto: O Debate)

O candidato do Partido Novo ao Governo do Rio de Janeiro, Marcelo Trindade, prometeu em seu plano de governo enviado ao TSE um “choque de eficiência” no Estado. Para isso, além de uma “gestão 100% técnica” e abrir mão de “coalizões e acordos baseados na reserva de áreas de governo”, Trindade quer criar metas com premiações.

Tendo como objetivos a “redução de custos de funcionamento das unidades do governo” e a “melhoria da qualidade dos serviços à população”, o atingimento das metas garantiria aos servidores envolvidos “uma gratificação especial por eficiência”. Segundo o documento, o objetivo dessa premiação seria despertar neles “maior comprometimento e sentimento de pertencimento”.

O choque de eficiência proposto por Marcelo Trindade e sua candidata a vice-governadora, a professora Carmen Migueles, inclui ainda “concessões e privatizações”, sem abrir mão da importância, qualificação técnica e independência das agências reguladoras.


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A proposta de governo diz que o Partido Novo compreende que a máquina estatal deve se adequar para serviços “que competem ao estado”, entre os quais educação, saúde, segurança e qualidade dos serviços públicos, e que o Estado do Rio de Janeiro falido prejudica “a capacidade de apoiar programas sociais”.

Por isso, Trindade promete que “uma parte das economias obtidas com o choque de eficiência seja destinado a projetos sociais vinculados ao apoio à acessibilidade das crianças com deficiência e mobilidade reduzida”, sem especificar.

Segurança Pública

O programa de governo de Marcelo Trindade também tratou de segurança pública. O candidato ao governo do Rio de Janeiro garantiu que, se eleito, terá como meta um “comando estável e planejamento de curto, médio e longo prazo”, “uso intenso de tecnologia” e tornar as polícias “admiradas e confiáveis pela população”.

Nesse sentido, garantiu também que a segurança pública terá “um plano de metas de resultado anunciado publicamente” e que o Comandante Geral da Polícia Militar e o Chefe da Polícia Civil só serão substituídos caso não alcancem os resultados desejados ao fim do período de dois anos.

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Entre as metas que podem ser desenhadas, estão “o domínio territorial definitivo e retomada pelo Estado de áreas conflagradas, aumento da percepção de segurança e de qualidade da atuação policial pela população”, diz o documento.

Sobre o sistema prisional, Trindade afirmou que “todos os esforços e recursos devem ser orientados pela finalidade de redução da reincidência e aumento da possibilidade de reinserção”, dando como ideia que sejam instaladas cozinhas industriais onde os próprios presos possam preparar sua alimentação.

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