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Bolsonaro volta a relativizar privatizações e Amoêdo responde: ‘fonte de corrupção’

O pré-candidato à presidência da república Jair Bolsonaro oficializou nesta quarta-feira (7) sua filiação ao Partido Social Liberal; em discurso emocionado, porém, voltou a repetir que algumas áreas são estratégicas

- Publicado no dia
Foto: Pedro Ladeira/Folhapress

O deputado federal e pré-candidato à presidência da república Jair Bolsonaro oficializou sua filiação ao Partido Social Liberal nesta quarta-feira (7) na Câmara dos Deputados. Em evento lotado, o parlamentar colocou-se ao lado de seus principais apoiadores, entre políticos e ativistas, e reforçou diversos pontos que deve levar adiante ao longo da campanha.

Sobre privatizações, Bolsonaro, porém, cedeu no discurso liberal fomentado pelo seu principal mentor, Paulo Guedes. De acordo com o Valor Econômico, o deputado afirmou que “não pode entregar nossas riquezas minerais, nossas terras agricultáveis, nosso subsolo, as nossas linhas de transmissão e nossas hidrelétricas para um país estrangeiro”. Para não afastar-se do rótulo de reformista, explicou que é “pelas privatizações sim, mas o que é estratégico tem que ser preservado” e que “não são todos os casos que devemos partir para a privatização”. [1]


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O discurso de Bolsonaro, porém, já atraiu críticas de outros pré-candidatos que pretendem disputar o eleitorado liberal. João Amoêdo, do NOVO, em publicação na manhã desta quinta-feira (8), disse que seu partido defende “a privatização de todas as estatais, sem exceção”. [2]

“Não há nada mais estratégico para o Brasil do que abertura de mercado e livre concorrência. As estatais são estratégicas apenas para os políticos, que as usam como cabide de empregos, moeda de troca política e fonte de corrupção”, afirmou.

+ Brasil precisa ‘não só reduzir, como simplificar a carga tributária’, aponta Amoêdo em entrevista ao Boletim

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