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Pondé diz que proibir consumo de carne em dia da semana é ‘coisa de fascista’

“Fascismo de butique”, “bancada da rúcula” e “fascista verde radical” foram algumas das expressões usadas no artigo para atacar os idealizadores do projeto

- Publicado no dia
Pondé (Foto: André Ávila / Agência RBS)

O professor de filosofia Luiz Felipe Pondé publicou em sua coluna no jornal Folha de S. Paulo nesta segunda-feira (15) uma crítica à iniciativa da “segunda sem carne”, do deputado estadual Feliciano Filho (PEN-SP). Segundo ele, o projeto é “coisa de fascista”. [1]

Começando por dizer que às vezes seria melhor que os parlamentares se mantivessem inúteis, Pondé asseverou que “alguns entre os muitos inúteis podem resolver ‘legislar’ e aí, a emenda sai pior do que o soneto” porque “inúteis são menos perigosos quando ficam quietos”. A ideia de proibir alguns restaurantes e bares de vender produtos com carne às segundas-feiras é uma criação, para ele, do que chama de “bancada da rúcula”, para a qual “a humanidade de sete bilhões de Sapiens pode sim se alimentar de rúcula com alface, apesar de toda a história da seleção natural dizer o contrário”.


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Garantindo que se importa com o sofrimento dos animais, Pondé pontuou, porém, que, “como seres naturais que somos, precisamos nos alimentar” e “não existe a natureza que os veganos imaginam em suas vidinhas protegidas e cheias de pequenos luxos alimentares presentes em restaurantes descoladinhos”. Querer controlar a alimentação dos outros “só pode passar pela cabeça de algum fascista verde radical” ou “de alguém financiado por algum grupo de interesse em ‘dinheiro verde'”.

Pondé foi além: disse que, “se leis assim passarem um dia, teremos chegado ao fundo do poço de uma tendência contemporânea que é o fascismo de butique”, aquele de “gente que transforma suas pequenas manias em pautas universais”. Concluiu: “A bancada da rúcula vai obrigar você a comer o que ela quer que você coma”.

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