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‘PSL foi o único partido que aceitou ingressar com a ação’, relata Carvalhosa

Em transmissão ao vivo no Facebook, o também advogado Rodrigo Saraiva Marinho explicou a ação, mas disse que todos os partidos usam o fundo partidário e, por isso, é 'burrice' abrir mão do recurso agora
Foto: Reprodução/Facebook

O jurista Modesto Carvalhosa, entusiasta das candidaturas avulsas, disse em vídeo ter procurado todos os partidos brasileiros para dar entrada em uma ação contra o projeto de lei que implementou o “Fundão Eleitoral”. Segundo ele, apenas o PSL aceitou assinar a ADIN.

“Entre 35 partidos, [o PSL] foi o único que aceitou ingressar com uma medida contra esse […] assalto aos cofres públicos feitos pelos partidos políticos que dominam o Brasil”, desabafou o jurista, elogiando o deputado federal Luciano Bivar (PSL/PE). O Partido Novo não poderia ter entrado com a ação pois, de acordo com a Constituição Federal, não possui representatividade no Congresso Nacional.

Abrir mão do fundo partidário agora é “burrice”, diz Marinho

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Em transmissão ao vivo na página do partido no final da tarde desta terça-feira (17) para falar sobre a medida, o advogado Rodrigo Saraiva Marinho, líder da corrente Livres no Ceará, reafirmou que o partido é contrário ao “Fundão Eleitoral” e também ao Fundo Partidário.

“A renovação do PSL é totalmente contrária à ideia de Fundo Partidário. Nós acreditamos no financiamento voluntário”, esclareceu, deixando claro porém que considera “burrice” abrir mão desses recursos “enquanto todos os partidos usam”.

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“Nós vamos entrar no jogo e mudar as regras do jogo. Não adianta a gente ser mais real do que o rei agora e querer se antecipar a isso. Na minha visão, vamos usar os recursos que nos cabem hoje e vamos entrar dentro do parlamento para acabar com esse tipo de recurso”, se aprofundou.

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Questionado se o NOVO não usaria o fundo partidário, Marinho, porém, rebateu. “O NOVO não tem nenhum parlamentar dentro do Congresso Nacional. O NOVO usa outras coisas, mas eu não vou entrar no mérito aqui do que ele usa”. Mais tarde, afirmou que o NOVO “tem outras situações”, mas que não cabia a ele “agora estar destacando o que o NOVO usa do dinheiro público”.

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Editado às 17h14 do dia 18/10: A fim de evitar interpretações erradas de declaração de Modesto Carvalhosa, incluímos a informação de que, de acordo com a Constituição, o NOVO não poderia ter ingressado com a ADIN por não ter representação no Congresso.

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