Bolsonaro e sua equipe defendem em nota a independência do Banco Central

Nota assinada por equipe de Bolsonaro defende o banco central independente, com metas de inflação claras e aprovadas pelo Congresso Nacional

- Publicado no dia

 

(Foto: Divulgação / Facebook)

Em nota assinada pela sua equipe, com destaque para os nomes de Abraham Weintraub e  Arthur Bragança Weintraub, o deputado Jair Bolsonaro, provável presidenciável em 2018, defendeu oficialmente a independência do Banco Central. A bandeira, segundo a nota, é considerada consenso entre seus conselheiros e auxiliares.

A nota sustenta que o banco precisa de independência, com mandatos “atrelados a metas/métricas claras e bem definidas pelo Legislativo”,  para garantir que “nunca mais presidentes populistas ou demagogos” coloquem “a estabilidade do país em risco para perseguir um resultado político de curto prazo”, como fez o governo Dilma, tendo o impeachment evitado “que quebrassem completamente o Brasil”.

O texto diz ainda que o modelo que Bolsonaro defende é inspirado em países como Canadá, Japão, Grã-Bretanha, Israel, EUA, Austrália, entre outros, enquanto o modelo oposto se basearia em Cuba, Venezuela ou Coreia do Norte. “O menor risco de ingerência política gera, comprovadamente, menor inflação e redução dos juros de longo prazo”, justifica. “Basta de querer baixar os juros na canetada”, exclamou.

A nota de Bolsonaro explicou ainda que o problema do setor bancário é que é um setor “onde o PT/PSDB permitiu a concentração do mercado, diminuindo a concorrência” e fazendo com que monopólios e oligopólios capturassem o excedente do consumidor. “O Brasil é a pátria dos brasileiros! E não a terra de ladrões, corruptos e de quadrilhas organizadas como o Foro de São Paulo. Pessoas que venham para somar são bem vindas, mas desde que tenham humildade e estejam pensando no bem de nossos irmãos brasileiros”, concluiu.

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