O custo invisível das escolhas: Bastiat e a atualidade de suas ideias

Por Natália Ribeiro* Em “O que se vê e o que não se vê” (1850), Frédéric Bastiat formula uma crítica atemporal ao pensamento econômico superficial. Seu ponto de partida é simples: cada ação ou política tem efeitos imediatos e aparentes e efeitos indiretos, frequentemente ignorados. Um dos exemplos é o da vidraça quebrada: acredita-se que […]