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‘Quem honra a presidência não tenta sabotar a democracia’, diz d’Avila

Candidato à presidência do NOVO foi oficializado neste sábado (30) em São Paulo; convenção contou com a participação de Romeu Zema, Vinicius Poit e outras lideranças
Foto: Reprodução
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O Partido Novo oficializou nesse sábado (30) a candidatura de Felipe d’Avila à presidência da República. [1]

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No evento, o agora candidato fez um duro discurso e não economizou críticas ao presidente Jair Bolsonaro e ao ex-presidente Lula (PT), favorito nas pesquisas eleitorais.

Sobre Lula, relembrou que o PT ficou 13 anos no poder e entregou o país em grande recessão. Sobre Bolsonaro, sugeriu falta de “honra” ao ocupar a presidência da República e não respeitar “as regras do jogo”.

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“São incompetentes, faltam valor, falta honrarem o cargo que ocupa[ram]. Quem honra a presidência da República, honra a Constituição, honra o sistema eleitoral, honra as regras do jogo, não tenta sabotar a democracia brasileira. Quem honra a política não é ladrão que cria o maior esquema de corrupção desse país e agora vem se posar de inocente. Não merece ser presidente, não merece ser nada nesse país, o que merece é estar na cadeia”, disse d’Avila, aplaudido pelos presentes.

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O liberal também prometeu “quebrar o ceticismo” de quem acha que a eleição já está decidida e afirmou que o Brasil “tem capacidade de sair da dualidade” que “exige o mal menor”.

“Essa escolha do mal menor é que vem afundando o Brasil há 21 anos. Esse ceticismo de falar que ‘vai votar no mal menor’ é o que fez a gente ter esse quadro de hoje”, destacou, defendendo que o brasileiro seja “rigoroso na escolha dos candidatos” e que o NOVO faz sua parte ao ter processo seletivo para selecionar quem poderá concorrer pela sigla.

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“O maior cabo eleitoral de um populista de esquerda é um populista de direita. Porque enquanto eles brigam, ninguém está brigando por vocês”, concluiu d’Avila, que defendeu ainda a erradicação da pobreza extrema em quatro anos.

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