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Pressionado, presidente da Petrobras renuncia ao posto

Política da Petrobras reduz dividendos
José Mauro Coelho vinha sendo pressionado pela classe política de forma firme após novo reajuste nos preços dos combustíveis

Pressionado pela classe política até com a ameaça de instauração de uma CPI para investigar salários e eventuais interesses ocultos, José Mauro Coelho anunciou nesta segunda-feira (20) seu pedido de demissão da presidência da Petrobras.

O Conselho de Administração da empresa indicará, agora, um presidente interino enquanto que o nome indicado ao Planalto não é definitivamente aprovado pela estatal.

José Mauro Coelho foi o terceiro presidente da Petrobras e foi indicado em abril, tendo assumido oficialmente o posto no dia 14 de maio de 2022. Antes da Petrobras, Coelho também presidiu outra estatal: a Pré-Sal Petróleo (PPSA).

Duras críticas

Nesta segunda-feira (20), em artigo publicado no jornal “Folha de S. Paulo”, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, publicou forte crítica ao comando da estatal.

Lira defendeu uma investigação para saber “quantos gastam seus diretores em suas viagens”, “quanto custam suas passagens, “em que carro andam”, “quem paga seus almoços e jantares”, “se alugam carros, aviões, helicópteros” e “como constituíram seus patrimônios”.

O político, que na última semana já havia, nas redes sociais, também havia defendido que o presidente da Petrobras saísse do cargo, ainda questionou onde os “parentes investem e [se] são ligados a quem” para que seja compreendido “os critérios de formulação de políticas da empresa”.

“Temos de entender com quem os diretores e os conselheiros conversam. E esses interlocutores: são ligados a que interesses?”, provocou.

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