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Em primeiro ato, novo ministro fala em desestatização da Petrobras

Adolfo Sachsida afirmou que solicitou 'início dos estudos tendentes à proposição das alterações legislativas necessárias para a desestatização'

O ministro Adolfo Sachsida, de Minas e Energia, mencionou em breve comunicado à imprensa nesta quarta-feira (11) a intenção de “iniciar os estudos tendentes à proposição das alterações legislativas necessárias para a desestatização da Petrobras”. [1]

Ele anunciou a medida como parte de seu “primeiro ato” no comando da pasta, juntamente com as alternativas de desestização da PPSA (Pré-Sal Petróleo S.A.), empresa pública criada em 2013 e ligada ao Ministério de Minas e Energia para atuar na gestão de contratos de partilha, gestão de comercialização de petróleo e gás e na representação da União na exploração do pré-sal.

Na avaliação do ministro, que tem um histórico como liberal, “medidas estruturais pelo lado da oferta irão estimular o investimento privado, atrair o capital internacional e ajudar a colocar o Brasil definitivamente no caminho da prosperidade, com taxas de crescimento de longo prazo sustentável”.

Sachsida também defendeu como “prioridade […] dar prosseguimento ao processo de capitalização da Eletrobras”.

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