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Van Hattem critica adiamento de funcionalidade do WhatsApp

Segundo parlamentar do NOVO, é um "absurdo" que o TSE e a PGR estejam defendendo a medida, que feriria a "liberdade de expressão" e trataria o povo como "incapaz" de discernir conteúdos
Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados
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O deputado federal Marcel van Hattem (NOVO/RS) criticou na tribuna da Câmara nesta terça-feira (19) o suposto acerto entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o WhatsApp para que uma nova funcionalidade do mensageiro não seja lançada antes da campanha eleitoral no Brasil.

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“Isso é um absurdo. São pessoas que estão investidas de autoridade arrogando-se do direito de dizer o que o povo pode ou não consumir de informação. É preciso parar com isso para não parecer que é apenas nojo do povo. Porque é isso o que eu tenho visto em muitos casos: decisões que ferem a liberdade de expressão sob o argumento de combater notícias falsas, mas que acabam vitimando a disseminação das verdadeiras”, argumentou.

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Na tribuna, o parlamentar também reclamou da posição da PGR em defesa do adiamento da nova funcionalidade, denominada Comunidades, sob a justificativa de que ela facilitaria conteúdos “potencialmente desinformativos”. [1]

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“Revisem a sua posição. Não é possível em pleno 2022 tratar o povo como se fosse incapaz de discernir entre o que é notícia falsa e notícia verdadeira”, reclamou.

Contexto

O adiamento da funcionalidade WhatsApp Comunidades, que permitirá a integração de grupos superiores a 256 pessoas e, portanto, ampliar a divulgação de mensagens, também foi alvo de críticas do presidente Jair Bolsonaro. [2]

Ele prometeu conversar com o aplicativo e criticou o Tribunal Superior Eleitoral por, na avaliação dele, fazer com que o Brasil não tenha acesso ao recurso que estará disponível em outros países do mundo. [3]

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Como se sabe, o WhatsApp é o aplicativo de mensagens mais popular do país.

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