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‘É uma luta do bem contra o mal’, diz Bolsonaro em evento do Partido Liberal

Presidente estava cercado de ministros, apoiadores e políticos como Valdemar Costa Neto e Fernando Collor de Mello; ele voltou a elogiar Brilhante Ustra
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O presidente Jair Bolsonaro discursou na manhã deste domingo (27) em um evento de seu atual partido, o Partido Liberal. Apesar de não ser apresentada dessa maneira, a cerimônia teve toda a atmosfera de campanha eleitoral. Os oradores presentes expuseram a luta de Bolsonaro contra Lula como uma batalha entre o bem e o mal. [1]

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Perante um público vestido de verde e amarelo e ladeado de sua esposa Michelle, do presidente do partido Valdemar Costa Neto, do senador e ex-presidente Fernando Collor de Mello e alguns ministros e parlamentares governistas, Bolsonaro criticou as pesquisas eleitorais e negou que o evento fosse campanha eleitoral antecipada.

O presidente começou dizendo que a presidência “traz muitas agruras, principalmente para quem quer fazer a coisa certa”. Enfatizou que sua vida pertence ao povo brasileiro: “Como cidadão e chefe do Executivo, juro dar a minha vida pela nossa liberdade”.

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Relembrando seu voto pelo impeachment de Dilma Rousseff, em que exaltou o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, falecido em 2015 e condenado por torturas durante o regime militar, Bolsonaro comentou que seu “velho amigo (…) lutou por democracia e teve a reputação quase destruída”.

Bolsonaro afirmou que os brasileiros “sentiram o gosto da ditadura” durante a pandemia, com as restrições impostas por governos estaduais e municipais. Acrescentou que “uma pesquisa mentirosa publicada mil vezes não fará um presidente da República”.

“O nosso inimigo não é externo, é interno. Não é uma luta da esquerda contra a direita. É uma luta do bem contra o mal – e nós vamos vencer essa luta, porque eu estarei sempre na frente de vocês. Vocês nos fortalecem, vocês nos dão ânimo, vocês nos encorajam a mostrar que essa luta não será em vão”, declamou Bolsonaro.

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“Digo que, se para defender a nossa liberdade, para defender a nossa democracia, eu tomarei a decisão contra quem quer que seja”, bradou, complementando: “E a certeza do sucesso é que eu tenho um exército do meu lado. E esse exército é composto de cada um de vocês. Poderemos até perder umas batalhas, mas não perderemos a guerra por falta de lutar, vocês sabem do que estou falando.”

Bolsonaro disse também que geralmente as ditaduras começam no Poder Executivo e “desarmam a população de bem”. Ele ressaltou que seu governo se mobiliza na direção contrária e que a violência foi reduzida no país durante sua gestão.

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