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EUA e Reino Unido ameaçam penalizar instituições financeiras russas severamente em caso de invasão

Lideranças internacionais continuam condenando a possibilidade de uma invasão russa à Ucrânia e prometem sanções que impactariam a economia
(Foto: Alan Santos/PR)
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Em discursos neste sábado (19), lideranças dos EUA e do Reino Unido prometeram sanções severas sobre a Rússia, atingindo suas instituições financeiras, caso o presidente Vladimir Putin ordene uma invasão à Ucrânia. O presidente dos EUA, Joe Biden, disse nesta sexta-feira (18) que a decisão russa já está tomada. [1] [2]

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A vice-presidente dos EUA Kamala Harris discursou durante a conferência de segurança de Munique. Ela confirmou que seu país, em conjunto com as demais nações da Otan, imporá sanções sem precedentes à Rússia: “Vamos mirar nas instituições financeiras e nas principais indústrias. Estamos prontos para responder a uma possível invasão”.

Kamala Harris acrescentou, citando a fala de Joe Biden, que “os EUA, nossos aliados da Otan e nossos parceiros têm estado e estão abertos a diplomacia séria. Entretanto, a Rússia diz estar aberta a conversar, mas suas atitudes não condizem com suas palavras. Moscou segue negando a diplomacia”.

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Joe Biden não disse apenas acreditar que os russos invadirão a Ucrânia, mas que atacarão a própria capital, Kiev. Em meio a essa atmosfera de tensão, o primeiro-ministro britânico Boris Johnson declarou que seu país irá participar das retaliações.

“Não devemos subestimar a gravidade do que está em jogo. Nós nos unimos para criar um pacote de sanções muito severas. Estamos preparando por meio da União Europeia. Se a Rússia invadir seu vizinho, vamos fazer sanções a empresas importantes de lá. Faremos com que eles não tenham acesso a dinheiro, principalmente por meio do mercado de Londres”, prometeu.

Johnson também garantiu ajuda aos ucranianos: “A Grã-Bretanha está pronta para defender a Ucrânia. Estamos mandando navios, temos 2 mil soldados na Polônia e em outros países também. Além disso, aumentamos nossa presença no lado leste, principalmente no Chipre. Também temos mil soldados à disposição para agir se tiver necessidade humanitária.”

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