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Presidente da Fundação Palmares propõe mudança de nome da instituição

Crítico à figura histórica de Zumbi dos Palmares, que avalia como sendo uma "construção ideológica da esquerda", Sérgio Camargo defende nome de Princesa Isabel ou André Rebouças
Sérgio Camargo, presidente da Fundação Palmares (Foto: Reprodução/Instagram - Fundação Palmares)
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O presidente da Fundação Palmares, entidade do governo federal dedicada à promoção e preservação “dos valores culturais, sociais e econômicos decorrentes da influência negra na formação da sociedade brasileira”, defende que a instituição, fundada em 1988, mude de nome.

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De acordo com Sérgio Camargo, que se classifica nas redes sociais como “inimigo do politicamente correto”, a fundação poderia ser batizada como Fundação André Rebouças ou Fundação Princesa Isabel.

“Não faz sentido homenagear Zumbi, um líder tirano e escravocrata”, escreveu nas redes sociais no último domingo (9). [1]

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Segundo ele, “devemos valorizar quem viveu segundo elevados padrões éticos, cuja biografia é edificante não só para os negros, mas para todos os brasileiros”.

“Zumbi é uma construção ideológica da esquerda. Muito pouco se sabe sobre ele. No entanto, é fato histórico que mandou matar o tio, tinha escravos, sequestrava mulheres e foi um líder tirânico. Se uma máquina do tempo o transportasse para [os] dias atuais, apoiaria ditaduras comunistas”, disse, que ressaltou que a alteração do nome exige aprovação no Congresso. [2]

“O desafio da mudança de nome precisa ser enfrentado nesta ou na próxima legislatura. A Palmares deixou de ser uma senzala, após 30 anos de dominação marxista. Hoje é uma autêntica instituição cultural. O novo nome refletirá essa mudança. Chega de homenagear falsos heróis!”, concluiu. [3]

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Camargo é uma das figuras mais icônicas do governo federal. Apesar de acumular mais de 250 mil seguidores no Twitter, coleciona polêmicas em sua trajetória e não é unanimidade nem entre os apoiadores do governo, após criticar Olavo de Carvalho.

A mais recente polêmica, por sua vez, havia sido em dezembro, ao apresentar a nova identidade visual da fundação, escolhida por meio de um edital. Na avaliação de críticos, o novo logotipo removeu elementos africanos da identidade da instituição.

Foto: Reprodução

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