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Guedes vai à Câmara se explicar sobre offshore, mas nega detalhar patrimônio a deputados

Ministro destacou que operação não tinha irregularidades e sustentou que não foi beneficiado por sua atuação como ministro
Foto: Billy Boss/Câmara dos Deputados
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O ministro da Economia, Paulo Guedes, começou a prestar depoimento à Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados na manhã desta terça-feira (23) para se explicar sobre o episódio de suas offshores no exterior, razão pela qual foi convocado.

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Após relatar sua atividade empresarial antes de entrar no governo, Guedes disse que, ao aceitar ser ministro, vendeu todas as participações que tinha e que a offshore que manteve, além de não ser irregular, não foi beneficiada por sua atuação.

“É como uma faca, que pode ser usada para matar alguém, ou para descascarar uma laranja”, comparou para explicar o instrumento da offshore, complementando ainda que, no passado, defendeu a tributação delas no Congresso, o que seria prova de não ter atuado para defender os próprios interesses.

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“Eu fui mais realista que o rei. Realmente me distanciei de tudo o que eu tivesse alcance. O que eu pudesse ter alcance indireto, eu coloquei o blind trust [gestor profissional que não compartilha as informações dos investimentos]. Fiz mais do que era esperado”, disse.

Em sua fala, o ministro também destacou que o governo Bolsonaro deixou o Banco Central independente, o que caso tivesse interesse em obter vantagens pessoais, jamais incentivaria.

Sobre os investimentos que tem, Guedes disse que “todas as instâncias pertinentes recebem essa informação” e que as últimas remessas na offshore foram em 2014.

“Eu não posso chegar aqui e dizer: ‘Brasil, mídia, olha tudo o que eu tenho, onde eu tenho’. Não pode ser assim. Então estará sempre à disposição [as informações do meu patrimônio] nas instâncias pertinentes. Se você me perguntar se eu vou entregar para o senhor, ou para o deputado Kim, que me pediram, minha resposta é não. Mas se você disser que a instância pertinente pediu, será entregue, como sempre foi”, disse.

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