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Com contas suspensas, Terça Livre ressurge com nova marca

Segundo o Terça Livre, projeto que 'luta contra a censura' agora terá os direitos de exibir a programação do Terça Livre; transmissões contam com nova identidade visual
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O grupo de comunicação Terça Livre, comandado por Allan dos Santos, alvo de inquéritos no Supremo Tribunal Federal por, supostamente, estimular uma ruptura democrática no país, foi suspenso nas redes sociais, inclusive em seu canal do YouTube. [1]

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Apesar da medida, contudo, o Terça Livre parece ter retornado com outro nome: “TV Artigo 220”.

O novo projeto trata-se de uma referência a um artigo da Constituição Brasileira de 1988 que diz que “a manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição”.

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O novo canal do YouTube, bem como no Twitch, foi divulgado nas redes sociais como uma “parceria do Terça Livre”. [1]

Sócio de Allan dos Santos, Ítalo Lorenzon aparece no primeiro vídeo do canal dizendo que “nossos direitos autorais de toda a nossa programação está cedida agora para a Artigo 220”.

Na primeira transmissão feita no canal, contudo, o programa “Boletim da Manhã” já apareceu com a identidade visual da nova marca, que faz alusão à bandeira do Brasil nas cores preta e branca, em vez do verde do “Terça Livre”.

“O Terça Livre foi censurado. Na sexta-feira, já perdeu suas redes sociais e ontem foi a perda do canal do YouTube, que foi bloqueado no Brasil. Com isso, o que aconteceu foi o seguinte: o Artigo 220 adquiriu o direito dos programas do Terça Livre e agora os programas do Terça Livre serão transmitidos no Artigo 220”, disse o apresentador Max Cardoso, que classificou o projeto como uma “iniciativa para lutar contra a censura”.

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“A partir de agora, todos os programas que eram do Terça Livre foram cedidos ao Art. 2020, que agora fará essa transmissão tanto na Twitch quanto no YouTube”, destacou. [2]

Um dos principais argumentos utilizados em defesa do Terça Livre é que o grupo, supostamente, seria jornalístico. Por outro lado, a Justiça e outros veículos de comunicação costumam compreendê-lo como uma organização destinada ao ativismo político. O Terça Livre tornou-se a principal marca de viés conservador do país, mas bastante alinhada ao Palácio do Planalto.

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