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Análise: queda de Cabul remete a Dunquerque na Segunda Guerra

Milhares de pessoas encurraladas pelo Talibã nutrem suas últimas esperanças de fugir da opressão no Aeroporto de Cabul, reduto ainda controlado pelos norte-americanos
Desespero no Aeroporto de Cabul, no Afeganistão (Foto: Reprodução/Vídeo)
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Apesar da completa capitulação do governo democrático do Afeganistão com a rápida conquista de Cabul pelo Talibã, os Estados Unidos seguem controlando o aeroporto e o espaço aéreo da capital afegã.

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Ao todo, segundo informações repercutidas pelo jornal “O Globo” nesta terça-feira (7), o governo americano já teria resgatado pelo menos 2 mil aliados de um total de 88 mil que solicitaram visto de entrada nos Estados Unidos.

Funcionários diplomáticos dos Estados Unidos também já se encontram no aeroporto e têm prioridade para saída.

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Ao longo dos últimos dias, vídeos e fotografias mostrando o caos no local têm repercutido na rede.

O desespero de se sair do país, de populares a funcionários oficiais, em meio a um aeroporto cercado pelo Talibã faz relembrar o episódio da evacuação de Dunquerque, na França, durante a Segunda Guerra Mundial.

Na ocasião, reproduzida recentemente em filme homônimo lançado em 2017, tropas britânicas ficaram encurraladas em uma praia e pressionadas pelo Exército Alemão. Ao fim, houve uma grande operação de evacuação com barcos militares e civis.

Atualmente com 6 mil soldados no país – no último domingo, o governo Joe Biden enviou mais mil -, os Estados Unidos contam com o cessar fogo, ao menos provisório, do Talibã.

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O grupo extremista, que já assumiu o palácio presidencial, divulgou que teria ordenado aos seus soldados que não atirassem, nem atacassem ninguém – por enquanto.

Em julho, os norte-americanos haviam desativado a base militar de Bagram, o que tornou o Aeroporto de Cabul, na prática, a única via de escape do país do Oriente Médio.

Na noite desta segunda-feira (16), por sua vez, o presidente Joe Biden se disse surpreendido pelo rápido avanço, mas lamentou que os próprios militares afegãos não estiveram dispostos a lutar contra o Talibã no país. [1]

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