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Câmara barra previsão do voto impresso na Constituição

Parlamentares liberais se dividiram no tema; Partido Novo, por sua vez, teve cinco deputados favoráveis à medida e três contrários

A Câmara dos Deputados barrou, por 229 a 218, a Proposta de Emenda à Constituição que preveria a necessidade de voto impresso em paralelo às urnas eletrônicas. Houve apenas uma abstenção, do deputado federal Aécio Neves (PSDB). [1]

Com isso, o plenário ratificou a decisão da Comissão Especial, que já tinha aprovado parecer contrário à medida.

Ao todo, por tratar-se de PEC, seriam necessários 308 votos favoráveis – portanto, faltaram 79 votos.

Como votaram os liberais

O Partido Novo liberou os deputados para votarem como preferiam. Dos oito deputados da sigla, cinco se posicionaram favoráveis à PEC (Lucas Gonzalez, Paulo Ganime, Gilson Marques, Alexis Fonteyne e Marcel van Hattem) e três contrários (Tiago Mitraud, Adriana Ventura e Vinicius Poit).

Como previsto, o deputado federal Kim Kataguiri (DEM/SP) votou contrário à medida. Presidente da Comissão Especial que se debruçou na PEC, Paulo Eduardo Martins (PSC/PR) votou favorável.

Ao todo, orientaram favoráveis à proposta do voto impresso apenas o PSL, Republicanos e o Podemos. Além do NOVO, liberaram suas bancadas o PP, PSC, PROS e PTB.

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