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Lideranças e influenciadores comentam denúncia sobre a vacina Covaxin

Parlamentares e movimentos cobraram apuração de acusação feita pelo deputado Luis Miranda (DEM-DF), apontando envolvimento de líder do governo em compra superfaturada
Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia (CPIPANDEMIA) realiza oitiva do servidor do Ministério da Saúde, Luis Ricardo Fernandes Miranda, e de seu irmão, o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF). (Foto: Pedro França/Agência Brasil)
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O cenário político foi impactado nesta sexta-feira (25) pela denúncia do deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) dando conta de que o líder do governo Bolsonaro na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), teria comandado um esquema de compra suferfaturada da vacina indiana Covaxin. Algumas lideranças e influenciadores do meio liberal se pronunciaram sobre o escândalo.

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Diversos parlamentares da bancada federal do Partido Novo se manifestaram. Vinícius Poit (NOVO-SP), líder da bancada na Câmara, disse: “As denúncias dos irmãos Miranda na CPI são gravíssimas e as investigações sobre a vacina Covaxin devem avançar. O governo Bolsonaro tem um escândalo para esclarecer e tem que parar de criar cortina de fumaça para se esconder. O combate à corrupção não pode parar, doa a quem doer”. [1]

Já o deputado Tiago Mitraud (NOVO-MG) considerou que as denúncias de priorização pelo Ministério da Saúde de uma vacina “pior e mais cara” são “gravíssimas”, mas “mais grave ainda é a denúncia de que o Presidente não só sabia, mas teria afirmado que seu líder na Câmara estava envolvido. E não fez nada”. [2]

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Alexis Fonteyne (NOVO-SP) se manifestou em direção semelhante, defendendo a apuração das denúncias. “Sem dúvida, as acusações dos irmãos Miranda são graves e devem ser apuradas. Não compactuamos com corrupção nem erros, a PGR/PF devem ser acionadas para fazerem investigações sérias, apontando responsabilidades e punindo rigorosamente os criminosos”, sustentou. [3]

Marcel van Hattem (NOVO-RS), por sua vez, comentou diretamente a situação do presidente Jair Bolsonaro: “Bolsonaro foi eleito com discurso de combate à corrupção em virtude do legado da roubalheira dos governos anteriores. Bolsonaro preferiu, porém, aliar-se ao Centrão e agora precisa explicar um escândalo envolvendo seu líder de governo na Câmara. Por falta de alerta não foi”. [4]

O movimento suprapartidário Livres sintetizou sua mensagem em uma exclamação: “Impeachment já!”. Representando tanto o NOVO quanto o Livres, o deputado estadual Fábio Ostermann (NOVO-RS) avalia que “Bolsonaro deve estar pensando em qual cortina de fumaça lançará amanhã para tentar desviar a atenção de mais esse escândalo”. [5] [6]

Representantes do Movimento Brasil Livre também se pronunciaram sobre a denúncia. O deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP) resumiu sua visão: “Não caiu só a casa não, desabou o morro inteiro”. Já o deputado estadual Arthur do Val (Patriota-SP) defendeu o impeachment de Bolsonaro: “O Brasil de Bolsonaro é igual o de Lula! Apoiadores desse governo não podem reclamar do PT”.  [7]

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A deputada estadual Janaína Paschoal (PSL-SP) disse que “goste-se, ou não, de Luís Miranda, os fatos narrados precisam ser apurados minuciosa e tecnicamente. Eventuais interesses envolvidos não importam. Só importam os fatos!”.  [8]

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