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Ato com Bolsonaro não era político-partidário, diz defesa de Pazuello

General busca livrar-se de eventual punição junto ao Exército Brasileiro por ter, supostamente, ferido o código interno que impede militares de participarem de atos políticos
O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e o presidente da República, Jair Bolsonaro, acenam a apoiadores no Monumento aos Pracinhas, no Aterro do Flamengo, após passeio de moto pela cidade. (Fernando Frazão/Agência Brasil)

A defesa do general Eduardo Pazuello argumentou em ofício enviado ao Exército que o ato do último sábado (23), em que o militar subiu em um carro de som com o presidente Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro, não era político-partidário.

As informações foram divulgadas em veículos como a CBN e a CNN Brasil. O Boletim da Liberdade não teve acesso ao documento na íntegra.

Ainda segundo essas publicações, o militar afirmou que participava de passeio motociclístico e que o convite para subir no trio elétrico surgiu de forma inesperada, não planejada. E que, devido aos laços que nutre com o presidente, não poderia recusar.





A presença de Pazuello na manifestação, também conhecida como “motociata”, no Rio de Janeiro, gerou mal estar entre militares e entre setores políticos. Deputados alinhados à esquerda chegaram a apresentar uma notícia-crime na Procuradoria-Geral da Justiça Militar exigindo punições.

Entre os liberais, também houve falas duras contra o ato. Fundador do NOVO, João Amoêdo classificou a postura do general como “inaceitável”. O ex-ministro Santos Cruz, também general do Exército, mas da reserva, afirmou que o exemplo era “péssimo para o Brasil”. [1][2][3][4]

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