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Em carta, presidente do Senado diz buscar ‘relação construtiva’ com a China

Medida foi tomada depois que o presidente foi acusado de ter feito novo comentário capaz de criar ruídos no relacionamento com os chineses
Rodrigo Pacheco (Foto: Pedro Gontijo/Senado Federal)

A relação com a China, a maior parceira comercial do Brasil, tem estado nos holofotes devido a declarações do presidente Jair Bolsonaro. Nesta sexta-feira (7), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, depois de novos comentários críticos do mandatário da República, enviou uma carta à embaixada chinesa. [1]

O presidente Jair Bolsonaro havia comentado na última quarta-feira (4), sem mencionar diretamente a China, que “os militares sabem o que é guerra química, bacteriológica e radiológica” e se perguntou se “não estamos enfrentando uma nova guerra”. “Qual o país que mais cresceu o seu PIB? Não vou dizer para vocês”, ironizou. [2]

Os comentários foram interpretados como uma hostilidade aos chineses por parte do presidente e provocaram reações. “Muita maldade tentar aí um atrito com um país que é muito importante pra nós. E nós somos importantes pra eles também. Vocês que interpretaram”, alegou Bolsonaro. [3]





O governador do Piauí e coordenador da temática de vacina no Fórum Nacional de Governadores, Wellington Dias, pediu nesta quinta-feira (6) uma reunião por videoconferência com o embaixador chinês, Yang Wanming. Alguns governadores criticaram o que consideram ruídos na relação com a China durante os esforços por obtenção de vacinas. [4] [5]

Em seguida, o presidente do Senado tomou a atitude de enviar a carta a Wanming. No documento, ele convida o embaixador a visitar o Senado e enfatiza a necessidade de “adensar a parceria estratégica global entre nossos países”.

O texto reitera a importância de um relacionamento “mutuamente relevante e construtivo”. Pacheco ressaltou que é preciso “o aprimoramento da parceria de grande qualidade que tem caracterizado nossas relações bilaterais” para ajudar o Brasil a fazer frente aos desafios impostos pelas variantes do coronavírus.

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