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Nas redes sociais, Lula elogia Biden por decisão histórica sobre combate à pandemia

Ex-presidente brasileiro saudou presidente norte-americano de apoiar a quebra das patentes e afirmou que "a saúde não pode ser mercantilizada"; medida marca mudança de posição dos Estados Unidos no tema
Foto: Divulgação/White House
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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) elogiou nesta quarta-feira (5) o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pela decisão de apoiar a suspensão das patentes das vacinas contra Covid-19. [1]

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“Quero saudar essa decisão histórica do governo Joe Biden. Desde 2020, defendemos que a suspensão do monopólio das patentes é a única saída para vacinação em massa de toda a população”, escreveu o petista nas redes sociais.

Lula também pontuou que “a saúde não pode ser mercantilizada” e que “humanidade vai vencer esse vírus”.

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No Brasil, o governo Jair Bolsonaro vinha fazendo coro à antiga posição norte-americana contra a quebra das patentes. [4]

Contexto

O apoio de Biden à suspensão das patentes não é imediato, mas pode influenciar os organismos internacionais a apoiarem a medida.

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A Organização Mundial da Saúde, por meio de seu diretor-geral, Tedros Adhanon, elogiou a nova posição e classificou-a como um “momento monumental na luta contra Covid-19”. [2][3]

Historicamente, os Estados Unidos sempre se contrapuseram à quebra de patentes. São norte-americanas, inclusive, algumas das maiores farmacêuticas produtoras da vacina, como a Moderna, a Pfizer e a Johnson & Johnson.

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Em comunicado, a representante comercial do governo dos Estados Unidos, Katherine Tai, afirmou que a gestão Biden “acredita fortemente nas proteções à propriedade intelectual, mas, com o objetivo de acabar com esta pandemia, apoia a renúncia dessas proteções para as vacinas Covid-19”.

Por outro lado, as farmacêuticas criticaram a decisão. Segundo reportado pelo jornal “Valor Econômico”, a Federação Internacional de Fabricantes e Associações Farmacêuticas (IFPMA) pontuou que a decisão é “decepcionante” e não aumentará a produção, “nem fornecerá soluções práticas necessárias para combater a crise de saúde”.

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