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Eduardo Bolsonaro faz menção polêmica sobre destituição de suprema corte de El Salvador

Filho do presidente Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro (PSL/SP) referiu-se a destituição de juízes do país caribenho nas redes sociais; internautas e até o ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia, reagiram à fala
Eduardo Bolsonaro (Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil)
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Um dia após milhares de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro irem às ruas em ato simpático ao governo – e alguns deles com mensagens bem críticas ou sugestivas sobre o Supremo Tribunal Federal -, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL/SP) publicou na noite do último domingo (2) mais uma mensagem controversa.

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Mencionando a política de El Salvador, o parlamentar divulgou que havia um movimento de destituição de “parte dos ministros da Suprema Corte” do país caribenho por parte “da maioria governista” do parlamento local. [1][2]

Uma hora depois, mencionou que “o Congresso [de El Salvador] destituiu todos os ministros da Suprema Corte por interferirem no Executivo” e avaliou que “juízes julgam casos, se quiserem ditar políticas que saiam às ruas para se elegerem”.

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Até a publicação desta matéria, a mensagem já tinha mais de 2 mil compartilhamentos no Twitter. Internautas se dividiram sobre o comentário.

“Insuflando, atiçando, sugestionando…”, escreveu uma internauta. Outro, por sua vez, avaliou que Eduardo estaria “mais uma vez pregando contra a democracia”. [3][4]

Quem também se manifestou foi o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM/RJ).

“Muito grave o comentário do deputado Eduardo Bolsonaro”, escreveu no Twitter. [5][6]

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Difamações, calúnias ou injúrias ao Supremo Tribunal Federal (brasileiro) e seus ministros foram objeto de um inquérito promovido pela corte ao longo de 2020.

Dentre os alvos da investigação, estiveram atos de apoio do presidente que contaram, ao longo daquele ano, com cartazes que pediam intervenção militar.

Uma das frentes que a Procuradoria-Geral da República apura são a existência de fontes de financiamento para aqueles atos, bem como os atores que estariam provocando animosidade entre os poderes. A Lei de Segurança Nacional é utilizada como base jurídica para as investigações.

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