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Amoêdo: celebrar o golpe é ‘naturalizar torturas, censuras e perseguição de opositores’

Fundador do Partido Novo e ex-candidato à presidência da República, Amoêdo se manifestou nas redes sociais; tema ganhou força após nota do Ministério da Defesa
(Foto: Marcos Corrêa / Wikimedia)
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Fundador do Partido Novo, João Amoêdo também se manifestou nesta quarta-feira (31) sobre os 57 anos do início do regime militar, marcando posição antagônica à do governo um dia após o Ministério da Defesa ter celebrado a data. [1]

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Nas redes sociais, o ex-candidato à presidência afirmou que “celebrar o golpe de 1964 é comemorar o rompimento com a democracia e o Estado de Direito”.

“É festejar o aumento da inflação, da dívida pública e o atraso econômico. É naturalizar torturas, censuras e perseguição de opositores. Em resumo, tudo que uma sociedade deve condenar”, pontuou.

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