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Servidores da pasta da Economia criticam Orçamento de 2021

A proposta orçamentária aprovada pelo Congresso Nacional, para servidores e a equipe econômica, prejudica despesas obrigatórias e ameaça teto de gastos
(Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)
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O Ministério da Economia não está contente com o Orçamento para 2021 aprovado pelo Congresso nesta quinta-feira (25). Servidores da pasta de Paulo Guedes expressaram insatisfação em nota pública divulgada neste sábado (27). [1]

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A manifestação vem depois de a equipe econômica do governo alertar que o orçamento é inviável. Os servidores fizeram coro e criticaram o que consideram manobras para furar o teto de gastos e conceder verbas consideráveis para emendas parlamentares.

Os servidores se declararam receosos da possibilidade de precisar assinar documentos e atos do Poder Executivo em desacordo com as regras orçamentárias, sujeitando-se a punições. Eles querem evitar “que os profissionais de planejamento e Orçamento sejam responsabilizados por essas transgressões e por suas consequências”.

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O Orçamento aprovado pelo Congresso, com apoio dos aliados do presidente, inclui um corte em despesas obrigatórias que permite abrir espaço para um aumento na cessão das emendas. A manobra pode ser útil para conquistar apoio político, mas, para a pasta da Economia, oferece riscos.

O governo Bolsonaro, para a equipe econômica, caso sancione o projeto aprovado, terá que fazer um congelamento orçamentário que paralisará a máquina pública. De acordo com a CNN Brasil, o ministro Paulo Guedes afirmou pessoalmente ao presidente que o orçamento afastará investidores e prejudicará a imagem do governo. [2]

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