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Ex-presidente do Google alerta sobre ascensão da China na tecnologia

Artigo publicado por Eric Schmidt pontua que os Estados Unidos estão celebrando altos níveis de arrecadação com leilão 5G sem considerar capacidade de investimento enquanto país asiático pode dominar a área
Foto: Glaborde / Pixabay

Foto: Glaborde / Pixabay

A ascensão da China como potência econômica no século 21 não é novidade, mas a análise de que o ditadura chinesa deve, agora, “sair na frente na próxima geração de gigantes da tecnologia” é constatada pelo ex-presidente do Google, Eric Schmidt, de acordo com artigo publicado nesta semana no jornal Financial Times. [1]

No texto, Schmidt alerta, em tom crítico, o desenvolvimento da rede 5G nos Estados Unidos e pontua que o país, ao celebrar altos níveis de arrecadação com a concessão do espectro eletromagnético, esquece que esse movimento irá descapitalizar a iniciativa privada em investir em infraestrutura.

“Os americanos terão pela frente preços mais altos e serviços digitais mais fracos – a internet de ontem, amanhã. […] O que está em jogo não é apenas a velocidade da internet, mas a preservação da prosperidade. Hoje, as empresas líderes de tecnologia são americanas porque foram elas que desenvolveram os principais componentes da infraestrutura de dados de alta velocidade na era 4G”, pontuou.





Para Schmidt, enquanto que “o 5G dos Estados Unidos é mais marketing do que um salto qualitativo de verdade na transmissão de dados”, a China “logo terá uma rede nacional com velocidades de 1 gigabit por segundo”.

“Com essa vantagem de sair na frente, a próxima geração de gigantes da tecnologia – e os produtos e serviços que eles desenvolvem – não será europeia ou americana, mas chinesa”, analisou.

Como solução, Schmidt defendeu que os governos considerem, ao leiloar as bandas de 5G, considerar a capacidade de investimento ou usar o valor arrecadado não para “encher os cofres”, mas para reinvestir na área.





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