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Olavo de Carvalho rebate notícia falsa e nega ter sido banido pelo PagSeguro

Informação publicada originalmente por jornalista da revista Época foi corrigida e Olavo explicou que plataforma deixou de ser usada porque "não era mais compatível com a nova versão do site"
Olavo de Carvalho (Foto: Reprodução/YouTube)
Olavo de Carvalho (Foto: Reprodução/YouTube)

Circulou a informação no fim da tarde da última segunda-feira (12) que o escritor e filósofo Olavo de Carvalho, uma das vozes mais influentes do conservadorismo brasileiro, teria sido banido pela plataforma de pagamentos PagSeguro. A informação foi repercutida, originalmente, pelo jornalista Guilherme Amado, da revista ‘Época’. [1]

Além de estar sob intensa pressão do grupo “Sleeping Giants Brasil”, conhecido por incentivar o boicote de marcas à monetização de canais e grupos geralmente de direita, uma nota publicada no site de um dos cursos do escritor alimentou a especulação.

No texto, havia sido informado que “todas as assinaturas vinculadas ao PagSeguro” haviam sido canceladas e que não haveria mais renovação automática. Na sequência, pedia-se que os alunos se matriculassem em uma nova página.





Pelas redes sociais, Olavo negou que tinha sido banido, afirmando que o serviço deixou de ser adotado porque “não era mais compatível com a nova versão do site”. Ele também elogiou o PagSeguro por estar “resistindo ao assédio do Sleeping Giants” e pela plataforma nunca ter incomodado suas iniciativas.

Em nota enviada ao colunista Guilherme Amado, que atualizou a sua notícia, o PagSeguro pontuou que “conteúdos comunicacionais vendidos e adquiridos utilizando o PagSeguro como meio de pagamento são sujeitos ao Marco Civil da Internet, e somente conteúdos apontados infringentes mediante o recebimento de ordem judicial específica são tornados indisponíveis”. [2]





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